"Este Blog tem o propósito de divulgar textos de Andréia Regis, assim concretizando a realização de um sonho". Instagram: @andreia.regisapoetisa
AMOR
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Amor, este inquieto deveras sapeca, Não desiste, Não morre na praia. Amor, este agoniado que resiste até chegar ao enfim. Amor, nasce, cresce e vai buscar nele mesmo o desfecho final.
Eu montanha para tua escalada. Quero deslizar em tua língua, E tocar a tua alma Entorpercer-te a ponto de nada mais querer Em sorriso em ti dissolver. E com a primavera brotar em semente. Em flor com o nascer do sol.
Por um momento me senti como nas histórias medievais. Por um momento me senti como nas histórias do dragão e Do cavalheiro. Toda vez que você a beijava. Me golpeava. Toda vez que você a beijava. Me dilacerava. Sentia-me como se tivesse uma espada entrando no meu peito. Me dilacerando. Essa lâmina vinha e cortava todo meu alento. Todo meu sustento. Todo meu alimento. E como planta sem água comecei a secar por dentro.
Sete dias de alegria. Dias de esquecimento dos problemas. Dias de fantasias. E radiografias... Estupros . Vícios. Orgias precoces. Cegueira! Todos prostrados Ao deus carnaval ... E no seu quintal o lixo fedido. A seca. A corrupção. A fome. Medidas provisórias. Enquanto isso... Na Carlos Gomes. Castro Alves. Campo Grande. Barra. Todos sambam. Tudo vai às mil maravilhas.
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