NADA APRENDEMOS



Meu Deus!

Pareciam urubus em cima de carniça.
Jamais vi algo assim.
Algo tão desigual.
Tão covarde e mesquinho.
Na noite ainda quente.
Iniciando o vazio.
Nada mais que um arrepio.
Onde vamos chegar?
Tanta violência...
O roubo em todos os lugares.
Parece selva!
Parecem animais, atacando a sua presa.
Só, e indefesa.
Um bando de leões, contra uma corsa solitária.
Estamos transformando-nos em animais.
Um ataque de vários humanos, a um humano.
Um ataque de vários animais, a uma presa.
O que estamos oferecendo aos nossos jovens?
Discriminação de uma cor, ainda quando nascem.
Discriminação de uma etnia.
Discriminação de uma condição social.
Empurrando-os para as drogas, à marginalidade.
Temos algumas centenas de anos.
Experiências que marcaram a humanidade,
Experiências que marcaram a história de nossa nação,
E nada aprendemos.

3 comentários:



gabitigrec disse...

Suceesso essa minha amiga viu?!

Déia Poeta disse...

Gabi, obrigada pelo seu comentário, te espero sempre aqui, bjs

Ana Figueirêdo disse...

Muito forte e ao mesmo tempo sensível esta escrita!
Parabéns